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Marina e Márcio França disputam segunda vaga para Senado por SP; Haddad diz que ainda é cedo para definição

Os ex-ministros do governo Lula Márcio França (PSB) e Marina Silva (Rede) Montagem g1: Wilson Dias/Agência Brasil e Fernando Donasci/MMA As articulações mi...

Marina e Márcio França disputam segunda vaga para Senado por SP; Haddad diz que ainda é cedo para definição
Marina e Márcio França disputam segunda vaga para Senado por SP; Haddad diz que ainda é cedo para definição (Foto: Reprodução)

Os ex-ministros do governo Lula Márcio França (PSB) e Marina Silva (Rede) Montagem g1: Wilson Dias/Agência Brasil e Fernando Donasci/MMA As articulações mirando a segunda vaga para o Senado por São Paulo têm se intensificado no campo da esquerda, que conta com dois nomes à disposição para a disputa: os ex-ministros Márcio França (PSB) e Marina Silva (Rede). O ex-ministro do Empreendedorismo Márcio França (PSB) não só se colocou à disposição para o posto como já anunciou o suplente de sua eventual candidatura: o ex-prefeito de Barueri, Rubens Furlan (PSB). Em um vídeo publicado em uma rede social nesta semana, falam em “chapa vitoriosa” e que é “a melhor dobrada” para o estado. Nesta terça-feira (7), França reuniu-se com o ex-ministro e pré-candidato ao governo de São Paulo Fernando Haddad (PT) e, segundo relatos, voltou a se colocar à disposição para a disputa. A ex-ministra Marina Silva (Rede), por sua vez, já se colocou à disposição para participar da disputa para o Senado. Em entrevista à CBN, disse que a disputa “será fundamental para o equilíbrio da democracia”. O presidente da Federação PSOL-Rede, Juliano Medeiros, afirmou à GloboNews que considera que a presença de Marina na chapa majoritária “garante equilíbrio na composição entre os partidos” e defende que o tema seja tratado “com base no diálogo, na unidade e no respeito”. Márcio França fala sobre sua intenção de disputar o Senado e já apresenta chapa Reprodução Nesta semana, deve ocorrer o primeiro encontro formal entre o presidente da federação e a presidente do PSOL, Paula Coradi, com Haddad para tratar da eleição em São Paulo. Marina recebeu convites de partidos como PT, PSOL e PSB para trocar de sigla, mas decidiu permanecer no partido que ajudou a fundar, a Rede. A primeira vaga para a Casa deve ficar com a ex-ministra do Planejamento Simone Tebet, que trocou o MDB pelo PSB de olho na eleição. O nome dela chegou a ser cotado para possível vice de Haddad, mas ela afirmou à GloboNews que não há “nenhuma outra possibilidade” além do Senado. Caso Márcio França seja escolhido, as duas vagas ficariam com o PSB. Com Marina, conseguiriam acomodar mais partidos do arco de alianças na chapa. Haddad afirmou nesta quarta-feira (8) que ainda é cedo para uma definição a respeito do Senado. “Ainda tem muita coisa em aberto. Ainda tem possibilidades que vão ser exploradas nos próximos dias. Então vamos deixar isso decantar primeiro, e logo ali na frente vamos montar a chapa mais bonita da história de SP, só gente bacana", disse, durante abertura do SP-Arte. As conversas para a definição da chapa devem se intensificar nas próximas semanas, na esteira do fim da janela partidária e do feriado de Páscoa. A pré-candidatura de Haddad foi confirmada em 19 de março, em evento em São Bernardo do Campo, berço político de Lula, e busca fortalecer o palanque do petista em São Paulo. A vice também segue em aberto. Haddad busca um nome que tenha força no interior ou ligada ao agro. Em entrevista a jornalistas um dia após confirmar a pré-candidatura, atribuiu a derrota em 2022 ao interior e disse que não tem preconceito com apoio de partidos conservadores. Neste sentido, um dos nomes ventilados nesta semana para a vice foi o de Teresa Vendramini, empresária rural e pecuarista. Onze governadores renunciam para disputar eleições