Diretora é agredida no rosto por mãe de aluno dentro de escola no litoral de SP
Imagem ilustrativa de violência Marcos Santos/USP Imagens A diretora de uma escola municipal de Mongaguá, no litoral de São Paulo, foi agredida pela mãe de ...
Imagem ilustrativa de violência Marcos Santos/USP Imagens A diretora de uma escola municipal de Mongaguá, no litoral de São Paulo, foi agredida pela mãe de um aluno após um desentendimento dentro da unidade. Em nota, a Secretaria Municipal de Educação repudiou a atitude e lamentou o ocorrido. A agressão ocorreu dentro da Escola Municipal de Educação Fundamental (EMEF) Minol Ivata, na última sexta-feira (8). Conforme apurado pelo g1, a diretora foi agredida com um tapa no rosto após entrar em contato com a responsável do menino para que o buscasse na unidade. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 Santos no WhatsApp. O desentendimento começou quando a mãe questionou por que a criança foi levada de volta à escola após o transporte no ônibus escolar. No ponto de desembarque não havia nenhum responsável para recebê-la, e por isso a equipe decidiu retornar com a criança à unidade. A diretora explicou que a conduta seguiu as normas da Secretaria de Educação, que não permite a liberação dos menores de 12 anos desacompanhados. No entanto, a responsável afirmou que o menino poderia ser liberado. Em seguida, ela agrediu a gestora da escola. Vídeos em alta no g1 Em nota, os professores da unidade repudiaram a agressão e destacaram que nenhum ato de violência pode ser tolerado dentro do ambiente em nenhum espaço, especialmente no âmbito escolar. "A agressão contra nossa diretora não é apenas um ataque a uma profissional dedicada, mas a toda a comunidade escolar. Nenhuma divergência justifica a violência [...] Não aceitaremos que atitudes agressivas e covardes se tornem normais no espaço escolar”, diz. A Secretaria Municipal de Educação também se solidarizou com o ocorrido e disse que a diretora foi agredida no exercício de sua função e no cumprimento do dever legal de proteção à criança. “Nenhuma forma de agressão ou intimidação contra servidores públicos e profissionais da educação pode ser naturalizada ou aceita, sobretudo em espaço que deve ser pautado pelo respeito, diálogo e cuidado coletivo”, destaca. Em nota, a Secretaria de Segurança Pública (SSP) disse que não localizou nenhum registro da ocorrência. O g1 questionou quais foram as medidas adotadas à Prefeitura de Mongaguá, mas não teve retorno até a última atualização da reportagem. VÍDEOS: g1 em 1 minuto Santos