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Berçaristas terceirizadas fazem paralisação em creches municipais de Rio Preto após denúncias trabalhistas

Berçaristas terceirizadas fazem paralisação em creches municipais de Rio Preto após denúncias trabalhistas Gridânia Brait/TV TEM Berçaristas terceirizada...

Berçaristas terceirizadas fazem paralisação em creches municipais de Rio Preto após denúncias trabalhistas
Berçaristas terceirizadas fazem paralisação em creches municipais de Rio Preto após denúncias trabalhistas (Foto: Reprodução)

Berçaristas terceirizadas fazem paralisação em creches municipais de Rio Preto após denúncias trabalhistas Gridânia Brait/TV TEM Berçaristas terceirizadas que atuam nas creches municipais de São José do Rio Preto (SP) paralisaram as atividades nesta segunda-feira (11) em protesto contra supostos descumprimentos de obrigações trabalhistas pela empresa responsável pelos contratos. Segundo as trabalhadoras, cerca de 600 profissionais estão de aviso prévio porque a empresa terceirizada está na fase final do contrato com a prefeitura. Elas denunciam problemas como ausência de depósitos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), pagamento parcial do vale-alimentação e outras pendências. 📲 Participe do canal do g1 Rio Preto e Araçatuba no WhatsApp A paralisação afetou o funcionamento de diversas unidades de educação infantil da cidade. O número total de crianças afetadas é desconhecido. Vídeos em alta no g1 À TV TEM, as profissionais afirmam que tentam receber respostas sobre os pagamentos e a situação contratual, mas alegam falta de posicionamento da empresa. Em nota, enviada na manhã desta segunda, a Produserv, que é a empresa terceirizada, repudiou as denúncias e afirmou que as alegações divulgadas são “inverídicas, genéricas e desprovidas de comprovação concreta”. A empresa informou que mantém regularidade no pagamento de salários, benefícios, encargos sociais e demais verbas trabalhistas. A terceirizada também declarou que mantém atualizadas todas as certidões fiscais, trabalhistas e previdenciárias exigidas para continuidade dos contratos administrativos, incluindo obrigações relacionadas ao FGTS e INSS. Sobre os relatos de ausência de depósitos de FGTS, descontos indevidos e inadimplência de verbas rescisórias, a empresa afirmou que segue “rigorosamente os procedimentos legais aplicáveis” e que eventuais descontos ocorrem apenas em hipóteses previstas na legislação trabalhista. A Produserv informou ainda que permanece comprometida com a continuidade dos serviços educacionais e que adota medidas administrativas para minimizar impactos à comunidade escolar. Secretaria nega pendências Em nota à TV TEM, a Secretaria Municipal de Educação negou que existe pendência de pagamento relacionada às funcionárias de apoio escolar da Educação Infantil. A secretaria atribuiu a paralisação a “informação equivocada repassada pelo sindicato às trabalhadoras”, referente ao valor do vale-alimentação/ticket. “A empresa responsável pelo contrato realiza o pagamento do benefício de forma antecipada, correspondente a 15 dias. Considerando que a prestação dos serviços será encerrada em 28/05, o valor creditado foi proporcional ao período efetivamente trabalhado até a data de encerramento contratual”, destaca a secretaria, na nota. A secretaria não informou quantas escolas foram impactadas pela paralisação. Sindicato rebate Em resposta à secretaria, o Sindicato dos Trabalhadores nas Escolas Municipais de Rio Preto emitiu nota em que atribui à prefeitura uma “tentativa de desviar o foco do verdadeiro problema: trabalhadoras sobrecarregadas, falta de valorização e, agora, o não pagamento do ticket alimentação das profissionais.” A entidade nega orientação quanto ao movimento das trabalhadoras. “As berçaristas merecem respeito, condições dignas de trabalho e o pagamento correto dos seus direitos”, destaca o sindicato, na nota. Initial plugin text Veja mais notícias da região no g1 Rio Preto e Araçatuba VÍDEOS: confira as reportagens da TV TEM